
20 de junho de 2013
Biodiversidade e Monitoramento Ambiental Integrado: o sistema RAPELD na Amazônia

31 de outubro de 2012
PhD Comics: O que é o acesso livre?
Animação por Jorge Cham
Narração por Nick Shockey e Jonathan Eisen
Transcrição por Noel Dilworth
30 de maio de 2012
Novo Portal PPBio está no ar!

29 de março de 2012
PPBio e CENBAM lançam Sapoteca virtual
A SAPOTECA visa uma representação integrada de diferentes tipos de mídia (notas bibliográficas, gravações sonoras, fotografias, vídeos) de um determinado conjunto de dados, os sapos da Amazônia.No website você encontrará uma amostra da biblioteca, sendo que cada espécie estará representada pelo fragmento de uma gravação de aúdio e/ou vídeo.
Este projeto é parte do Centro para Estudos Integrados da Amazônia "CENBAM" cujo principal objetivo é integrar a pesquisa sobre a biodiversidade amazônica em cadeias de produção científicas e tecnológicas eficientes.
Esta coleção on-line visa não somente o interesse de pesquisadores, mas também prover uma ferramenta para professores, satisfazer a curiosidade de amantes da herpetologia e do público em geral sobre a comunicação acústica dos anuros amazônicos.
7 de março de 2012
Vídeos sobre monitoramento de grupos-alvo PPBio já estão disponíveis
Inicialmente foram selecionados 5 grupos alvo para levantamento e monitoramento em módulos e grades RAPELD: samambaias, árvores comerciais, sapos, peixes e primatas. Espera-se que a longo prazo, sejam feitos levantamentos de todos os grupos em todos os sítios RAPELD, no entanto isto não é um objetivo viável a curto prazo.
Já estão disponíveis os vídeos: Árvores Comerciais, Samambaias, Sapos, Primatas.
Os vídeos foram narrados por Fernanda Coelho (Árvores Comerciais), Flávia Costa (Samambaias), Pedro Ivo Simões (Sapos), Fabio Rohe e Adriane Morais (Primatas), todos produzidos por William Magnusson.
Os vídeos podem ser vistos através do nosso canal no You Tube http://www.youtube.com/user/PPBioINPA e também podem ser baixados no site PPBio (links abaixo). Os arquivos disponíveis podem ser utilizados para qualquer fim, desde que sejam citados os créditos originais.
Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 1
Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 2
Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 3
Assista no YouTube: Primatas - Parte 1
Assista no YouTube: Primatas - Parte 2
Assista no YouTube: Árvores Comerciais - Parte 1
Assista no YouTube: Árvores Comerciais - Parte 2
Assista no YouTube: Samambaias - Parte 1
4 de julho de 2011
Reserva Biológica na Amazônia central tem ferramenta online para identificação de espécies
Uma das maiores limitações para o desenvolvimento de estudos básicos ou aplicados na Amazônia é o acesso a material de referência para identificação de espécies. Quem se aprofunda no conhecimento sobre a biodiversidade da região logo se depara com desafiadoras chaves de identificação muitas vezes incompletas e desatualizadas, além de pouco ilustradas e com de linguagem técnica.
A Chave de identificação de Samambaias do Uatumã – Amazônia Central (de Gabriela Zuquim, Hanna Tuomisto, Jefferson Prado e Flávia Costa) é uma ferramenta online para fácil identificação deste grupo de plantas. Com base no Guia de Samambaias e Licófitas da REBIO Uatumã – Amazônia Central, publicado pelos mesmo autores em 2008, a chave é um exemplo de como se beneficiar das novas tecnologias para modernizar a ciência e facilitar o acesso ao conhecimento. Ricamente ilustrada, os termos científicos podem ser facilmente compreendidos através de descrições, ilustrações e fotos.
A elaboração da chave contou com o apoio fundamental das Universidades de Helsinki (UH) e Turku (UTU), ambas na Finlândia e do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio). Publicada somente em inglês, a chave trata de 120 espécies encontradas na grade do PPBio instalada na Rebio Uatumã e arredores. A coleta e registro fotgráfico das espécies foi realizada entre 2006 e 2008 e contou com o apoio do CNPq e do ICMBio.
Comentários, dúvidas etc podem ser feitos através do e-mail fernguide@gmail.com.
29 de abril de 2011
PELD Sítio 1 – Manaus lança novo site

25 de abril de 2011
Guia de Zingiberales dos sítios PPBio na Amazônia Ocidental brasileira


Os autores do Guia de Zingiberales aguardam a publicação da versão impressa e por enquanto a obra estará disponível em formato eletrônico (PDF).
10 de fevereiro de 2011
Clima, biodiversidade e uma perspectiva mais ampla

3 de dezembro de 2010
Projeto Carbono Suruí e lançamento do Google Earth Engine
Vídeo sobre o lançamento do Google Earth Engine, uma nova ferramenta que possibilita o processamento de um grande volume de imagens de satélite em segundos.
Com ela é possível rodar programas de monitoramento da cobertura florestal de desmatamento ou distúrbio florestais, como o CLASlite (Carnegie Institution for Science) e o Sistema de Alerta do Desmatamento (IMAZON).
Gabriel Carrero, pesquisador do Programa de Mudanças Climáticas do Idesam, apresentou em conjunto com Gregory Asner do Carnegie o exercício realizado na Terra Indígena Sete de Setembro utilizando o software CLASlite, e falou do potencial que essa nova ferramenta em plataforma online possibilitará no processamento rápido dos dados para projetos de REDD+.
Gabriel Carrero (foto) apresentou os resultados do exercício realizado com os Suruí em Rondônia
12 de outubro de 2010
Os órfãos do Rio e a Sociedade Internacional para a Conservação de Fungos
É difícil exagerar na ênfase dada à importância dos fungos. Seu bem-estar é necessário para a vida sustentável neste planeta. Sem eles, estamos acabados. Para dar apenas um exemplo, os fungos são os recicladores da natureza. Como os coletores municipais de resíduos empregados para remover o lixo, nós não os notamos até que, por alguma razão, eles parem de trabalhar. Mas é assustador pensar que parar é algo que os fungos poderiam possivelmente fazer.Os cientistas sabem há mais de 100 anos que, como animais e plantas, os fungos também são afetados pelas atividades destrutivas da humanidade. Já existem evidências de que as populações de muitas espécies estão em declínio: o impacto da poluição do ar sobre os fungos que formam líquenes é particularmente bem documentado. Embora ainda não haja informações suficientes sobre o estado de conservação de fungos, não há razão para supor que eles sejam menos vulneráveis do que outros grupos de organismos à perda de habitat e às mudanças climáticas.
Contudo, a consciência pública da importância dos fungos é muito baixa, até porque a biodiversidade - a diversidade plena e maravilhosa da vida - ainda é amplamente retratada como "flora e fauna" ou "animais e plantas". Estas descrições simplistas e enganosas podem ser encontradas até em sites de grandes instituições biológicas e sociedades científicas. A biodiversidade é muito mais do que os animais e as plantas. A classificação da vida em cinco reinos, que reconhece os fungos em um reino próprio, tem sido geralmente aceita pelos cientistas pelo menos desde 1970. Com uma estimativa de 1,5 milhão de espécies de fungos no planeta e uma presença em todos os principais ecossistemas de água doce, marinhos e terrestres, o reino dos fungos é megadiverso. Há muito mais fungos do que todas as plantas e os vertebrados juntos. Ignorá-los não é uma opção sensata.
O movimento mais amplo de conservação, no entanto, permanece em grande parte sem conhecimento da necessidade de conservar os fungos. Habitats prioritários para conservação, tais como hotspots de biodiversidade, são quase sempre definidos com base em aves, mamíferos e na diversidade de plantas com flor. Os fungos não ganham nem uma lembrança. Isto significa que os habitats ricos em diversidade de fungos não são considerados e permanecem desprotegidos. A maioria dos planos de manejo de unidades de conservação não leva em conta os fungos. Os fungos são frequentemente tratados como parte do problema ao invés de serem reconhecidos como os que precisam de proteção. Em muitos países, não há proteção legal explícita para fungos.Esta falta de consideração dos fungos foi evidente na Convenção do Rio sobre a Diversidade Biológica (CDB). Notavelmente, a CDB estabeleceu o direito à proteção a todas as formas de vida - e "todas as formas de vida" inclui fungos - mas seu texto classifica a biodiversidade como "animais, plantas e microrganismos", ou seja, dois reinos taxonômicos e uma terceira categoria definida pelo tamanho. Os fungos não pertencem ao reino animal nem ao vegetal, mas eles não incluíram nos cálculos alguns dos maiores indivíduos que vivem na Terra. Uma colônia geneticamente uniforme do cogumelo Armillaria ostoyae na Floresta Nacional de Malheur no estado de Oregon cobre uma área de quase nove quilômetros quadrados, tornando-se muito maior do que a baleia azul ou qualquer uma das grandes sequóias. O termo microrganismo - a terceira categoria - portanto, não parece adequado.
Fungos simplesmente não se encaixam nessas definições inadequadas da CDB e por isso estão sofrendo as consequencias. O direito à proteção foi estabelecido, mas a Convenção não fornece estrutura para garantir que isso aconteça. Muitos planos de ação nacionais para a biodiversidade produzidos em resposta à Convenção deixaram de considerar os fungos absolutamente. Os poucos que costumam considerá-los, os tratam como 'plantas inferiores' - um canto obscuro da Botânica. O ano de 2010 foi designado pela CDB como o Ano Internacional da Biodiversidade, mas nenhum fungo aparece no logotipo, nem os fungos são mencionados no vídeo promocional. Esta é uma evidência convincente e pública do fracasso completo pela CDB para proteger estes organismos extremamente importantes. Como David Hawksworth, um dos maiores especialistas mundiais em fungos, falou de forma tão eloquente, os fungos são de fato "os órfãos do Rio".Agora, finalmente, algo está sendo feito para cobrir esta lacuna enorme no mundo da conservação. No dia 6 de agosto de 2010 no Royal Botanic Garden, em Edimburgo, uma reunião especial foi organizada para analisar o problema. Cientistas de 21 países participaram, contando com mensagens de apoio e interesse de muitos outros, totalizando mais de 40 países representados. Além disso, havia mensagens de apoio de uma série de sociedades científicas, ONGs e representantes nacionais do Órgão Subsidiário de Assessoramento Científico, Técnico e Tecnológico da CDB (os cientistas que aconselham a Convenção do Rio). Depois de uma discussão animada, houve consenso generalizado de que tinha chegado o momento de criar a Sociedade Internacional para a Conservação de Fungos.
Esta nova sociedade já criou um site, mas até que a Constituição seja aprovada e um sistema de governo seja criado, não pode haver uma política formal.As notas seguintes são ideias meramente especulativas e experimentais sobre rumos gerais. Elas estão longe de estar completas, mas já está claro que a sociedade terá que trabalhar em pelo menos quatro áreas: infra-estrutura, educação, ciência e política.
1. Infra-estrutura. A Sociedade terá de começar a angariação de fundos. Pouco pode ser alcançado sem recursos. A sociedade deve promover e apoiar os esforços para estabelecer uma rede de sociedades de conservação de fungos com atuação em diferentes níveis (continental, nacional e local). Em particular, deve envolver os cientistas que trabalham com fungos que formam líquenes, que em muitos aspectos têm mais experiência de conservação do que aqueles que trabalham com outros fungos. Atualmente, a conservação de fungos é apoiada principalmente por ecólogos, taxonomistas e amadores. A sociedade precisa sensibilizar os cientistas que trabalham em laboratório com fungos, por exemplo no campo da genômica, de que os seus conhecimentos e experiência são relevantes para o movimento e que eles também têm a responsabilidade de promover a conservação. A sociedade deve procurar sensibilizar os curadores de coleções de fungos do importante papel destas entidades para a conservação ex situ de fungos. A Sociedade poderá também estabelecer ligações com outras organizações que promovem a conservação de grupos ignorados e pouco valorizados de organismos, de modo que a experiência e os recursos possam ser agrupados.
2. Educação. A Sociedade terá de trabalhar com as sociedades científicas micológicas para sensibilizar o público em geral e os seus governos sobre a importância dos fungos, para promover o ensino da micologia em todos os níveis da educação, e desenvolver sites educativos e outros recursos adequados para este objetivo.
3. Ciência. A Sociedade vai trabalhar para identificar, classificar e divulgar ameaças aos fungos, e para identificar áreas importantes para fungos (coldspots e hotspots) e para organismos associados, e avaliar impactos na sociedade humana que podem ocorrer como resultado do declínio da população e extinções de fungos. A Sociedade promoverá ainda a perspectiva de que, sem levar em conta os fungos, a abordagem de ecossistema para a conservação está severamente comprometida, a ponto de ser inválida. Isto implicará na sensibilização de que os fungos são componentes essenciais dos ecossistemas.
4. Política. A Sociedade desenvolverá políticas e competências políticas, sempre que possível, aprendendo com as experiências das sociedades de conservação. A Sociedade procurará sensibilizar a importância dos fungos entre os Pontos de Foco Nacional da CDB, e também buscará envolver os governos que não são signatários da CDB, tornando-os conscientes da importância da conservação de fungos. A Sociedade procurará levantar o perfil dos fungos, em parte através de uma campanha para incentivar as instituições e as sociedades científicas biológicas a garantir que a linguagem utilizada em seus materiais promocionais reflitam adequadamente a real importância dos fungos. Isto tenderá, por exemplo, a desencorajar o uso da linguagem que causa confusão dos fungos com as plantas (por exemplo, Botânica não inclui Micologia, fungos não são 'plantas inferiores', eles não são parte de uma 'flora', etc.). O uso do termo "biodiversidade" como uma abreviação para se referir a animais e plantas também será desencorajado.
A sociedade deverá, finalmente, trabalhar para promover a representação por micólogos em organismos envolvidos com biodiversidade e conservação. Se os fungos são os "órfãos do Rio", então a Micologia, como uma órfã, compartilha pouco da riqueza da família (micólogos ficam normalmente escondidos em departamentos obscuros de instituições botânicas, ficando com uma parte muito pequena dos recursos) e raramente é consultada sobre questões familiares pelas ciências biológicas. Iniciativas focadas em biodiversidade deveriam envolver sempre micólogos como parceiros desde sua concepção. Atualmente, em geral isso não acontece.Os desafios para a conservação de fungos são assustadores, mas o assunto é demasiado importante para ser ignorado. Quase que inacreditavelmente, a Sociedade Internacional para a Conservação de Fungos parece ser o primeiro grupo em todo o mundo exclusiva e expressamente dedicado à proteção dos fungos. O estabelecimento foi um acontecimento importante e histórico para o mundo da conservação, mas é apenas um primeiro passo. A sociedade é nova, pequena e inexperiente, e tem um enorme trabalho a fazer. Ela agora precisa de ajuda consistente, entusiasta e generosa, e apoio de outros agentes de conservação e de todos os que entendem a necessidade urgente de proteger os "órfãos do Rio".
8 de setembro de 2010
Parque Nacional do Viruá no Globo Universidade

- Programa de Pesquisas em Biodiversidade (PPBio)
- Conheça o Parque Nacional do Viruá em Roraima
- Projeto Jaguar: uso de hábitat e estrutura genética da onça-pintada
- Antonio Lisboa (ICMBio)
28 de agosto de 2010
TEDx Amazônia : Qualidade de vida para todas as espécies do planeta
4 de agosto de 2010
Franciscanos do século XXI
Ei biólogo, quanto vale vosso serviço? Uma pergunta difícil não? E, no entanto, não deveria ser!
Deveríamos ter na ponta da língua a importância e o valor de nossas atribuições. Tanto o valor econômico quanto o valor técnico, já que se trata de uma profissão propulsora da ciência e que se tornou fundamental para o desenvolvimento desse País!Acontece que o problema vem de longe e nas curvas do tempo enraizou-se. O polivalente naturalista Alexander Von Humboldt, por exemplo, descobridor de tantas espécies, responsável pela confecção de dezenas de mapas das florestas e rios sul-americanos, ganhador de centenas de prêmios acadêmicos, considerado um dos maiores cientistas pela Sociedade Real inglesa e aclamado por acadêmicos alemães deveria ser bem pago para executar suas fabulosas expedições não é verdade?
Pois saibam que o que financiou sua mega viagem pela América Latina foi a estrondosa herança que recebeu por ser filho de um aristocrata! Assim foi também com Charles Darwin que, provavelmente, só conseguiu sistematizar sua revolucionária teoria por ser membro da burguesia! Isso jamais arranharia sua genialidade, mas nos faz compreender um pouco a situação do biólogo contemporâneo. Somos os sucessores desses antigos devotos da natureza que estruturaram grande parte do conhecimento científico, muitas vezes, à custa de suas fortunas particulares!
Mas e os que não possuíam as estrondosas heranças? Ora... passavam as mesmas dificuldades que passamos hoje enquanto bolsistas! Vejamos o caso de Alfred Russel Wallace. O biólogo britânico passou por ácidos momentos em sua carreira, dependendo as vezes da venda de insetos que coletava para garantir o sagrado pão do dia a dia (se fosse hoje seria preso por biopirataria!).
Em pleno século XXI o cenário é outro obviamente, mas no âmago da situação observamos particularidades muito semelhantes. O curso de Ciências biológicas ainda é um curso bastante elitista onde grande parte dos alunos recebe uma forte ajuda familiar para finalizar os estudos. E os que não possuem uma família abastada, sobrevivem não vendendo insetos, mas se virando!
Lembro-me que quando fazia parte do Centro Acadêmico organizava diversos eventos onde expoentes da Academia brasileira eram convidados para palestrar. Na esmagadora maioria das ocasiões os palestrantes cobravam apenas a passagem e a estadia. Quando indagados sobre essa nobre benevolência, eles disparavam: “Não recebo nada mas posso conhecer lugares e pessoas diferentes”. Ora ora ora... Quantos advogados, engenheiros, médicos ou administradores estão por aí palestrando de graça? Realmente não faz parte de nossa formação o pensamento mercadológico, sequer conseguimos valorar nossas atividades. Frente ao mercado andamos como antigos franciscanos subsistindo com nossa valiosa informação acerca do mundo.
Isso é ruim? Depende!
É muito louvável um conjunto de valores que questionam o atual modelo de desenvolvimento, de consumo e até de felicidade. Mas se quisermos enfrentar o mercado, temos que nos preparar para isso. Os alicerces com essa gama de valores que acreditamos ser essencial para um mundo melhor devem ser mantidos, mas devemos nos munir com algumas “armas” do mundo capitalista também. A questão não é de entrar no jogo sujo do dinheiro, mas sim de luta por uma qualidade de vida melhor!
Devemos investir na divulgação do que somos capazes, na Universidade temos que trabalhar por disciplinas que nos abram a visão para o mercado. A academia deve romper a barreira do preconceito e da prepotência e protagonizar um diálogo com o setor empresarial e governamental. Em todos os setores existem pessoas boas sonhando com um mundo mais justo e mais agradável. Devemos unir forças, já que muitas vezes nossos objetivos têm a mesma diretriz.
Tempos atrás me deparei com uma questão que me deixou abismado com nossa classe. Um conhecido me confessou que estava feliz da vida, pois estava bem financeiramente a custa de consultorias, eis que num determinado momento da conversa o segredo de sua ascensão financeira foi revelado: “o negócio é juntar os biólogos e pechinchar... muitos deles trabalham quase de graça, aí o grosso da grana vem pro meu bolso!” Pasmem pessoal!!!! Ele também é um biólogo! Essa falta de cooperação e auto-desvalorização endossa o caldo da amargura enfrentada pelos colegas de profissão desvalorizados. Devemos ser fortes ao negar pseudo-salários provenientes de consultorias sujas! Não devemos aceitar com apatia um salário de 400 reais! Alguns professores de biologia ganham isso!
Realmente se quisermos ver nossa profissão valorizada, devemos, primeiramente, valorizar o profissional que há dentro de nós!
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