Mostrando postagens com marcador acesso ao conhecimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador acesso ao conhecimento. Mostrar todas as postagens

31 de outubro de 2012

PhD Comics: O que é o acesso livre?

Quem está na pós-graduação certamente já deve ter tido contato com os quadrinhos do Jorge Cham do PhD Comics. As historinhas retratam a essência do cotidiano dos estudantes, mas além da brincadeira trazem também uma crítica a alguns entraves do sistema acadêmico, como a restrição de acesso aos artigos científicos publicados pelas grandes editoras. O processo é bizarro, pois as editoras vendem caro o acesso a informações que elas não geraram, nem qualificaram, muito menos financiaram. A animação abaixo explica o que significa o termo 'Open Access' e sugere uma reflexão sobre o tema. E você, o que acha?


CRÉDITOS
Animação por Jorge Cham
Narração por Nick Shockey e Jonathan Eisen
Transcrição por Noel Dilworth

Saiba mais sobre PhD Comics em: http://phdcomics.com.

Texto no Blog da ULE: Ricardo Braga Neto, com informações de Flávia Pezzini.

Assine nosso Feed ou
receba os artigos por email.

29 de março de 2012

PPBio e CENBAM lançam Sapoteca virtual

A SAPOTECA visa uma representação integrada de diferentes tipos de mídia (notas bibliográficas, gravações sonoras, fotografias, vídeos) de um determinado conjunto de dados, os sapos da Amazônia.


No website você encontrará uma amostra da biblioteca, sendo que cada espécie estará representada pelo fragmento de uma gravação de aúdio e/ou vídeo.
Este projeto é parte do Centro para Estudos Integrados da Amazônia "CENBAM" cujo principal objetivo é integrar a pesquisa sobre a biodiversidade amazônica em cadeias de produção científicas e tecnológicas eficientes.
Esta coleção on-line visa não somente o interesse de pesquisadores, mas também prover uma ferramenta para professores, satisfazer a curiosidade de amantes da herpetologia e do público em geral sobre a comunicação acústica dos anuros amazônicos.

Assine nosso Feed ou
receba os artigos por email.

7 de março de 2012

Vídeos sobre monitoramento de grupos-alvo PPBio já estão disponíveis

(Fonte: http://ppbio.inpa.gov.br/Port/videosppbio)

A equipe PPBio produziu vídeos com a intenção de auxiliar pesquisadores e gestores ambientais nas técnicas de amostragem e monitoramento de grupos-alvo. Estes alvos foram selecionados tendo como base as metas a serem monitoradas pelas agências ambientais dentro de programas de pesquisas em UCs, acompanhamento de atividades de concessão madeireira, acompanhamento das atividades de implementação e funcionamento de obras de infra-estrutura e outras que prevêem o monitoramento da biodiversidade.

Inicialmente foram selecionados 5 grupos alvo para levantamento e monitoramento em módulos e grades RAPELD: samambaias, árvores comerciais, sapos, peixes e primatas. Espera-se que a longo prazo, sejam feitos levantamentos de todos os grupos em todos os sítios RAPELD, no entanto isto não é um objetivo viável a curto prazo.

Já estão disponíveis os vídeos: Árvores Comerciais, Samambaias, Sapos, Primatas.

Os vídeos foram narrados por Fernanda Coelho (Árvores Comerciais), Flávia Costa (Samambaias), Pedro Ivo Simões (Sapos), Fabio Rohe e Adriane Morais (Primatas), todos produzidos por William Magnusson.

Os vídeos podem ser vistos através do nosso canal no You Tube http://www.youtube.com/user/PPBioINPA e também podem ser baixados no site PPBio (links abaixo). Os arquivos disponíveis podem ser utilizados para qualquer fim, desde que sejam citados os créditos originais.





Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 1




Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 2




Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 3






Assista no YouTube: Primatas - Parte 1




Assista no YouTube: Primatas - Parte 2







Assista no YouTube: Árvores Comerciais - Parte 1




Assista no YouTube: Árvores Comerciais - Parte 2






Assista no YouTube: Samambaias - Parte 1




Assista no YouTube: Samambaias - Parte 2



Assine nosso Feed ou
receba os artigos por email.

11 de junho de 2010

Falta de acesso ao acervo da biblioteca do Inpa limita o desenvolvimento acadêmico de seus alunos


Um País é feito de Homens e Livros
Monteiro Lobato

Por
João Vitor C. e Silva - JB

Caros pesquisadores, alunos e servidores, cá estou para derramar sobre esse papel uma grande angústia que chega a me causar calafrios nas tardes acaloradas dessa babilônia. Não estaria expondo minha singela opinião se por trás da crítica não estivesse um dos maiores institutos (se não o maior) de pesquisas tropicais do mundo. Mas a todo instante, em meio a esse bosque repleto de inspiração, me vem à cabeça a perturbadora pergunta: Para que serve a biblioteca do INPA?

Navegando pelo site da referida instituição, espantosamente, encontro as seguintes informações:

Biblioteca do Inpa é referência sobre Amazônia. Criada em julho de 1954 reúne uma das maiores bibliografias nacionais sobre a Amazônia. Dissertações de mestrado, teses de doutorado, monografias e livros publicados pelo Inpa, além de toda a coleção da revista científica Acta Amazônica, figuram entre as mais de 199 mil obras do acervo”.

Ora, se a biblioteca é referência para a Amazônia por que tratar os livros como jóias que devem ser guardadas a sete chaves? O objetivo maior de uma biblioteca não deveria ser a facilitação do encontro entre o leitor e a obra? Para que serve uma biblioteca se não for para promover o desenvolvimento cultural, artístico, científico e político de seus usuários?

Inúmeras vezes adentrei os espaço da biblioteca com o objetivo de conhecer algumas dessas quase 200 mil obras sobra a Amazônia, mas é impossível! Só há acesso às obras que já conhecemos ou ouvimos falar. No maior instituto de pesquisa da Amazônia não nos dão o direito de garimpar a informação dentro do próprio acervo de consulta! Obviamente que a crítica não é aos servidores que trabalham muito bem e em todas as ocasiões que estive por lá sempre foram muito solícitos. No entanto, o sistema bibliotecário do INPA é bastante ineficiente e poda a possibilidade de germinação e proliferação de grandes idéias!

Muitas vezes as belas descobertas não ocorrem pelos caminhos exatos de uma reta e sim pelas tortuosas incertezas de uma curva. Recordo-me, nesse parco tempo de vida acadêmica, que foi procurando algum tratado de biologia evolutiva que descobri a poesia de Pablo Neruda; e foi vasculhando a ecologia de Pianka que aflorou em minhas mãos a crítica contundente de Henry Thoreau. Lembro-me também, que foi entre pesquisas sobre ácidos oxalacéticos e málicos do ciclo de krebs que descobri o valioso livro “O Povo Brasileiro” de Darcy Ribeiro.

Senhoras e senhores, não façamos de uma biblioteca um espaço bancário que se mantém apenas sobre o sombrio balanço entre empréstimos e devoluções. Façamos dela um local de descobertas, um portal para as belas façanhas humanas, façamos dela a cura para nossos devaneios ou a loucura necessária para o brilho de nossa sobriedade, isso é extremamente importante para a formação ampla de um cientista!!!

Mas para isso, é fundamental que a biblioteca tenha um LIVRE ACESSO A SEUS ACERVOS!!!!!

.

Assine
nosso Feed
ou receba os
artigos por email.