Mostrando postagens com marcador sapos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sapos. Mostrar todas as postagens

29 de março de 2012

PPBio e CENBAM lançam Sapoteca virtual

A SAPOTECA visa uma representação integrada de diferentes tipos de mídia (notas bibliográficas, gravações sonoras, fotografias, vídeos) de um determinado conjunto de dados, os sapos da Amazônia.


No website você encontrará uma amostra da biblioteca, sendo que cada espécie estará representada pelo fragmento de uma gravação de aúdio e/ou vídeo.
Este projeto é parte do Centro para Estudos Integrados da Amazônia "CENBAM" cujo principal objetivo é integrar a pesquisa sobre a biodiversidade amazônica em cadeias de produção científicas e tecnológicas eficientes.
Esta coleção on-line visa não somente o interesse de pesquisadores, mas também prover uma ferramenta para professores, satisfazer a curiosidade de amantes da herpetologia e do público em geral sobre a comunicação acústica dos anuros amazônicos.

Assine nosso Feed ou
receba os artigos por email.

7 de março de 2012

Vídeos sobre monitoramento de grupos-alvo PPBio já estão disponíveis

(Fonte: http://ppbio.inpa.gov.br/Port/videosppbio)

A equipe PPBio produziu vídeos com a intenção de auxiliar pesquisadores e gestores ambientais nas técnicas de amostragem e monitoramento de grupos-alvo. Estes alvos foram selecionados tendo como base as metas a serem monitoradas pelas agências ambientais dentro de programas de pesquisas em UCs, acompanhamento de atividades de concessão madeireira, acompanhamento das atividades de implementação e funcionamento de obras de infra-estrutura e outras que prevêem o monitoramento da biodiversidade.

Inicialmente foram selecionados 5 grupos alvo para levantamento e monitoramento em módulos e grades RAPELD: samambaias, árvores comerciais, sapos, peixes e primatas. Espera-se que a longo prazo, sejam feitos levantamentos de todos os grupos em todos os sítios RAPELD, no entanto isto não é um objetivo viável a curto prazo.

Já estão disponíveis os vídeos: Árvores Comerciais, Samambaias, Sapos, Primatas.

Os vídeos foram narrados por Fernanda Coelho (Árvores Comerciais), Flávia Costa (Samambaias), Pedro Ivo Simões (Sapos), Fabio Rohe e Adriane Morais (Primatas), todos produzidos por William Magnusson.

Os vídeos podem ser vistos através do nosso canal no You Tube http://www.youtube.com/user/PPBioINPA e também podem ser baixados no site PPBio (links abaixo). Os arquivos disponíveis podem ser utilizados para qualquer fim, desde que sejam citados os créditos originais.





Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 1




Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 2




Assista no YouTube: Sapos diurnos - Parte 3






Assista no YouTube: Primatas - Parte 1




Assista no YouTube: Primatas - Parte 2







Assista no YouTube: Árvores Comerciais - Parte 1




Assista no YouTube: Árvores Comerciais - Parte 2






Assista no YouTube: Samambaias - Parte 1




Assista no YouTube: Samambaias - Parte 2



Assine nosso Feed ou
receba os artigos por email.

23 de janeiro de 2009

Pesquisadores do Inpa levam Richard Rasmussen para conhecer a Reserva Ducke

A pesquisadora Albertina Lima (Inpa), junto com Pedro Ivo Simões e Luciana Erdtmann, alunos de doutorado do instituto, levaram Richard Rasmussen para conhecer a Reserva Ducke (AM). Richard, apresentador do programa Selvagem ao Extremo da Rede Record, é um apaixonado pela natureza e ficou surpreso com a existência de uma reserva tão bem conservada próximo à cidade de Manaus.

Ele se divertiu com várias espécies de animais, como sapos, cobras e aranhas, e apresentou o conteúdo de forma educativa. Richard usou o Guia de Sapos da Reserva Ducke para identificar algumas espécies, tendo o privilégio de contar com a presença de Albertina e Luciana, ambas autoras do guia.


O programa foi ao ar no último domingo (18/01/09).

Para conhecer mais guias produzidos pelo PPBio, clique aqui.

Assine nosso Feed ou receba os artigos por email.

4 de dezembro de 2008

Guia de Sapos da Reserva Ducke (Amazônia Central): nova versão com vídeos dos cantos

Para reverter a grande carência de materiais didáticos sobre a biodiversidade na Amazônia, o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) tem incentivado a produção de guias de identificação de espécies, visando formar  uma série de guias para diversos grupos biológicos em um futuro próximo. Estão previstos guias sobre samambaias, ervas terrestres, peixes, formigas, fungos macroscópicos e escorpiões, dentre outros. Esses guias, produzidos em excelente qualidade gráfica pela Áttema Design Editorial, são escritos em uma linguagem simples, permitindo atingir um público amplo, formado tanto por cientistas e alunos do ensino médio e superior, quanto por turistas e outros admiradores da natureza. Além disso, por serem escritos em formato bilíngue (Português e Inglês), esses guias interessam muito ao público internacional. O guia de sapos foi o primeiro da série.

O Guia de Sapos da Reserva Adolpho Ducke - Amazônia Central, de Albertina Lima, William Magnusson, Marcelo Menin, Luciana Erdtmann, Domingos Rodrigues, Cláudia Keller e Walter Hödl, foi lançado em 2006. O conteúdo do guia já era suficientemente completo para permitir que qualquer interessado realizasse identificações seguras e se aprofundasse na biologia, história evolutiva e ecologia desses extraordinários sapinhos amazônicos. Mas não se contentem com tão pouco! Recentemente, os autores lançaram uma nova versão eletrônica com uma incrível ferramenta: o guia vem acompanhado de pequenos vídeos com o canto da maioria das espécies. Os créditos dos vídeos pertencem a Karl Mokross, a menos que esteja indicado outro autor.

Para baixar o Guia de Sapos em PDF com os vídeos dos cantos, clique aqui. Todo conteúdo foi condensado em um arquivo ZIP ('guia-sapos-mpeg.zip'). Ao baixar esse arquivo ZIP [89 MB], deixe a pasta contendo os vídeos na mesma pasta do arquivo PDF. Os vídeos poderão ser acessados de dentro do arquivo PDF através do ícone de vídeo na descrição de cada espécie.

Para dar uma olhada no Guia de Sapos, folheie as páginas ou clique no link abaixo.


Quem trabalha com anfíbios, poderá fazer amplo uso desse conteúdo para aprender a identificar as espécies pelo canto, um processo muito útil em estudos ecológicos, levantamentos de fauna e estudos de impacto ambiental (EIA). Dentre centenas de espécies que ocorrem na região, Atelopus spumarius (Bufonidae) pode ser encontrado com facilidade tanto visual quanto auditivamente nas margens dos igarapés que formam as microbacias do Tinga, Uberê e Ipiranga na Reserva Ducke. Contudo, espécies difíceis de ser observadas podem ser registradas pelo canto, como Synapturanus mirandariberoi (Microhylidae) que canta com frequência antes de chuvas fortes. Essa versão do guia incorporou ainda uma atualização nomenclatural das espécies.

Para conhecer mais guias, visite o Portal PPBio: http://ppbio.inpa.gov.br/Port/guias/

29 de novembro de 2008

PPBio lança livro eletrônico sobre pesquisas em biodiversidade na Reserva Ducke

O livro "Reserva Ducke: a biodiversidade amazônica através de uma grade" é uma compilação de estudos recentes na Ducke que envolveram diversos grupos biológicos, como sapos, primatas, peixes, invertebrados, plantas e fungos. Ricamente ilustrado e escrito em linguagem simples, o livro tanto instiga a percepção sobre a biodiversidade para um público amplo, como apresenta uma referência para pesquisadores e estudantes sobre a utilização do sistema de grades para estudos de biodiversidade.


Desde 1963, a Reserva Ducke destina-se a proteger 10.000 hectares de florestas de terra-firme no coração da Amazônia Central. Curiosamente, embora a reserva não faça parte do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), sua história representa um exemplo notório sobre a conservação da biodiversidade no Brasil, pois sua existência vem impedindo firmemente o avanço do desmatamento causado pela expansão urbana de Manaus há duas décadas. Além dos efeitos negativos da pressão de caça e desmatamento, a proximidade com a cidade e seus centros de pesquisa favoreceu o desenvolvimento de uma grande quantidade de estudos científicos, principalmente por pesquisadores vinculados ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), responsável por sua existência e gestão.

A reserva se tornou um grande laboratório natural em uma florestal tropical, onde dezenas de estudos taxonômicos e ecológicos foram realizados. Árvores, sapos, primatas, peixes, lagartos, palmeiras, samambaias, formigas, aranhas, ácaros e fungos, dentre muitos outros, foram estudados em profundidade. Entretanto, os estudos iniciais visitaram apenas uma pequena área da reserva (cerca de 20 %). Por volta do ano 2000, foi proposto um sistema que permitiu aos pesquisadores ampliar muito a extensão da área de amostragem, num panorama de integração dos resultados. O sistema consistiu em instalar trilhas de 8 km de extensão na floresta, formando uma grade de 64 km2 que cobre praticamente toda a extensão da Reserva Ducke.

O sistema de trilhas permitiu o acesso a ambientes terrestres, ripários e aquáticos distribuídos por toda a reserva. Conforme os estudos foram realizados, muitas espécies que não haviam sido registradas anteriormente foram descobertas, reforçando a idéia que é importante obter informações sobre a biodiversidade em uma área grande, que tende a incluir mais variação nas condições ambientais. Foi justamente dessa experiência desenvolvida na Reserva Ducke que surgiu o sistema RAPELD adotado pelo PPBio, que está sendo aplicado em diferentes regiões da Amazônia, do Brasil e do mundo.


O livro “Reserva Ducke: a biodiversidade amazônica através de uma grade”, organizado por Márcio Oliveira, Fabrício Baccaro, Ricardo Braga-Neto e William Magnusson, oferece ao leitor um breve apanhado sobre estudos recentes que foram desenvolvidos total ou parcialmente na grade de trilhas da reserva. Ele está disponível gratuitamente para download no Portal PPBio e foi lançado em comemoração à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia desse ano. Esperamos que o leitor desfrute dessas maravilhas e visite a reserva para conhecer um pouco mais do que está nos livros!

Para obter o arquivo em PDF do livro, clique aqui.

Publicado originalmente no Portal PPBio.

22 de setembro de 2008

Adaptação Acústica em Anuros - Resumo

Pois é, pessoal, para aqueles que perderam a primeira reunião aqui está um resumo do assunto abordado. Até a próxima.

A Hipótese de Adaptação Acústica (HAA) postula que o ambiente é a principal força direcionadora na evolução de sinais acústicos, promovendo a fixação de cantos com características que aumentem a distância de propagação diminuindo a degradação dos mesmos. Os trabalhos realizados com aves (aproximadamente 57 publicações desde 1975, para uma revisão ver:
Boncoraglio & Saino 2007, Functional Ecology 21:134-142) são favoráveis à HAA. Por outro lado, os escassos trabalhos apresentam resultados contraditórios. Para testar a HAA em sapos, farei experimentos de playback cruzado com espécies de áreas abertas e florestas. Serão gravados 20 indivíduos de 3 espécies para cada tipo de ambiente. As espécies serão selecionadas controlando parentesco filogenético e tamanho corporal, de modo que, para cada par de ambiente (aberto x floresta) sejam considerados 3 “pares” de espécies similares na filogenia e tamanho corporal. 

Caso o canto de anúncio dos anuros esteja evoluindo baixo pressões ambientais, espera-se encontrar que: 1. o canto gravado propague melhor no seu ambiente de origem e 2. em dado ambiente o canto possua características que facilitem sua propagação como, por exemplo, freqüências altas e curta duração em áreas abertas. Para saber quais fatores influenciam as características e a propagação do canto de anúncio realizar-se-á: uma quantificação da estrutura da vegetação ao longo do trajeto do canto gravado; gravações do ambiente acústico; medições da intensidade do ruído ambiental, da altura do sítio de vocalização e da temperatura do ar.

11 de setembro de 2008

Ato #1 - "Adaptação Acústica em Anuros" - Luciana Erdtmann

Dia 18/09, próxima quinta-feira, a Luciana vai apresentar algumas idéias do seu doutorado com sapos na sala de aula da Ecologia.

Vou reservar a sala para as 18 horas. Assim fugimos do trânsito e aproveitamos a tranquilidade do começo de noite.

Para conforto geral da nação, podemos levar uns petiscos para não definhar de fome.