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29 de abril de 2011

PELD Sítio 1 – Manaus lança novo site

Acesse no endereço http://peld.inpa.gov.br


O Programa de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD) representa uma iniciativa pioneira no que diz respeito à obtenção de informações sobre aspectos fundamentais para a Conservação da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais dos ecossistemas brasileiros. Foi criado em 1996, no âmbito do Programa Integrado de Ecologia (IPE), e tem como foco o estabelecimento de sítios de pesquisa permanentes em diversos biomas e ecossistemas brasileiros, integrados em uma rede para o desenvolvimento e o acompanhamento de pesquisas ecológicas de longa duração.

O PELD é de extrema relevância para formação de recursos humanos e consolidação da pesquisa em Ecologia do Brasil, pois é um dos poucos programas que financia pesquisa de longo prazo. Ele proporciona a investigação de temas como composição, funcionamento e dinâmica de ecossistemas, e efeitos de mudanças provocadas por perturbações naturais e/ou antrópicas, que tratam de processos ecológicos chaves para o entendimento dos mecanismos e padrões que moldam a biodiversidade do planeta e seus serviços ambientais.

Em 2009 uma nova fase do PELD Brasil teve início com a aprovação pelo CNPq de 26 sítios de pesquisa, sendo 18 sítios novos e 9 sítios que já participavam da fase 1. Além disso, um único projeto foi aprovado para criação de um banco de dados para os dados gerados pelo programa.


No PELD Sítio 1: Floresta Amazônica – Manaus pesquisadores e projetos vinculados ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) atuam em parceria na investigação dos ecossistemas aquáticos e terrestres da floresta tropical úmida. A primeira fase desse projeto correspondeu ao período de 1998 - 2008 e grande parte dos resultados já está disponível no site. Desde 2009, o PELD Sítio 1 encontra-se em sua segunda fase de execução e é coordenado pela pesquisadora do INPA Flávia Costa.

O PELD Sítio 1 é um dos únicos projetos no Brasil que possui um curador de dados responsável pela sua gestão e disponibilização. Esse sítio foi escolhido pela equipe do projeto PELD Banco de Dados como piloto para implantação do sistema por ser um dos únicos que já possui dados disponíveis online.

O site do PELD sítio 1: Floresta Amazônica - Manaus foi criado com a intenção de disseminar as informações sobre o Programa, principalmente seus resultados, de modo que fiquem disponíveis para consultas online.

Esperamos sua visita: http://peld.inpa.gov.br

Qualquer dúvida ou maiores informações entre em contato com nossa equipe através do e-mail: peld.inpa@gmail.com


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28 de agosto de 2010

TEDx Amazônia : Qualidade de vida para todas as espécies do planeta

O TEDx Amazônia reunirá pensadores de diversas áreas de conhecimento para falar sobre suas melhores ideias em palestras de 5 a 15 minutos. O tema desta primeira edição do evento será 'Qualidade de Vida para todas as espécies do planeta'.

O TEDx Amazônia acontecerá em novembro de 2010 e será gratuito.




Para saber mais, acesse: http://www.tedxamazonia.com.br/


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28 de outubro de 2009

Congresso Brasileiro de Zoologia de 2010 (Belém)

Opa! Parece que tem outro congresso com o prazo estourando.

O Congresso Brasileiro de Zoologia de 2010 vai ser em Belém e seu prazo acaba no dia 31 de outubro.



O congresso ocorrerá em fevereiro de 2010. A pesquisadora Ana Lúcia Tourinho (INPA) vai coordenar o simpósio "Integração de inventários e programas de Biodiversidade: bases e estratégias para o conhecimento e conservação da fauna de aracnídeos brasileiros" que vai abordar ações como o PPBio e outros projetos na Amazônia.

Vale a pena conferir a programação do congresso.


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10 de agosto de 2009

II EWCLiPo - Encontro de Weblogs Científicos em Língua Portuguesa

Por Mauro de Freitas Rebelo

O segundo encontro de blogueiros de ciência acontecerá em Arraial do Cabo (RJ) de 25 a 27 de Setembro de 2009, com financiamento do CNPq e apoio da UFRJ e do IEAPM. E você não vai ficar fora dessa, não é mesmo?!

Mas por que fazer um encontro de blogs científicos?

A WEB 2.0 mudou a forma de fazer jornalismo, negócios e política, e está ganhando agora a academia. A redução das redações de ciência nos grande jornais e o aumento dos escritórios de relações públicas em instituições científicas é o cenário onde emergem os próprios cientistas se comunicando diretamente com o grande público através de blogs e se firmando como uma importante fonte de informação científica confiável para a população, com conseqüências diretas no ensino e na aprendizagem de ciências e não só. O encontro promete, em sua reedição, discutir essas temáticas e oferecer aos participantes opções de caminhos para a blogsfera científica em língua portuguesa.

O site BlogPulse que monitora a dinâmica e o conteúdo de blogs na internet recorda 106,612,056 blogs monitorados; tendo sido 55,010 novos blogs nas últimas 24 h com 265.000 novos posts nas últimas 24 h. E a ciência é uma tema mais postado que outros concorrentes de peso como política e religião. Segundo o levantamento do "Anel de Blogs Científicos" da USP de Ribeirão Preto, existem em torno de 120 blogs de ciência no Brasil. A Revista ciência hoje publicou reportagem recentemente sobre o crescimento dos blogs científicos no Brasil.

E ainda há muito espaço para crescer. A Recente pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT - mostra que ainda é incipiente a comunicação de ciência pela Internet. A população se informa mais sobre ciência primeiro pela televisão, com jornais e revistas em segundo, e conversas com amigos em terceiro. A Internet vem apenas em 4º lugar. Além disso, 77% dos entrevistados nunca leram nada na Internet. A tendência é que esses números se revertam nos próximos anos, com a inclusão digital, o avanço da educação à distância e a disponibilização de Internet em banda larga para a população.

Um artigo publicado na revista Nature (vol 458, Março de 2009) mostra que muitos jornais estão fechando suas seções de ciência enquanto jornalistas científicos ficam sobrecarregados e cada vez mais dependentes dos press releases de RPs. Ao mesmo tempo, os cientistas estão partindo diretamente para o grande público através da internet, não só para publicar seus trabalhos, mas também para 'traduzir' os temas científicos para o público leigo. Em um país de tantos excluídos, essa 'Exclusão Científica'" é uma das mais graves, mas as pessoas estão ouvindo falar de genoma, vacina gênica, transgênicos, mutantes, clones, células tronco... sem ter noção de como avaliar o quanto as informações que chegam até elas são verdadeiras. Os blogueiros se consideram uma fonte de informação científica confiável para o grande público.

Mas escrever nesse meio não é trivial. Vivemos em um mundo saturado de informação e precisamos aprender a selecionar melhor a informação. A Internet facilita o armazenamento, acesso e divulgação do conteúdo, mas não a seleção do que deve ser publicado. Os conteúdos são 'depositados' ao invés de 'publicados'. O presidente da Apple, Steve Jobs, diz que na internet "a maioria de nós continua apenas consumidores, ao invés de autores". Um dos principais desafios para o aumento da qualidade dos conteúdos é a seleção da informação.

Aprender a selecionar o que divulgar é também aprender a selecionar o que investigar e o que produzir! Uma divulgação científica de melhor qualidade leva a uma melhor produção científica e acadêmica, que leva a uma divulgação científica ainda melhor, para combater a exclusão científica, digital e social.

Mais informações sobre o(s) encontro(s) na página do II EWCLiPo.

[Fonte: Bioletim, 24/07/09]

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1 de fevereiro de 2009

Journal of Threatened Taxa: novo periódico sobre conservação e taxonomia

Com acesso aberto para o público, o periódico visa promover a publicação de artigos sobre táxons ameaçados

O Journal of Threatened Taxa foi criado recentemente com a intenção de promover a conservação biológica através da publicação de artigos sobre táxons ameaçados, oferecendo acesso online a todo seu conteúdo, sem custo nenhum. O periódico tem cobertura mundial, conta com um comitê editorial internacional que está em expansão e pretende ter uma tiragem mensal, com um processamento veloz das submissões, algo em torno de dois meses.

O conceito "ameaçado" é definido pelos editores como um termo geral que inclui não só as espécies e subespécies ameaçadas de extinção incluídas na Lista Vermelha da IUCN, mas também toda uma série de cenários que levaram ou poderão levar os táxons ou ecossistemas a estarem sob ameaça de extinção. Um táxon pode ser ameaçado de várias formas. A falta de conhecimento sobre uma espécie, subespécie ou população é uma ameaça potencial que pode ser justificada devido à deficiência de dados. Qualquer táxon pode estar ameaçado em um local, devido às alterações na dimensão ou na qualidade do habitat, mudanças no uso da terra, atividades sócio-econômicas degradantes, introdução de espécies exóticas, doenças emergentes, falta de planejamento político, deficiência na legislação ambiental, constantes mudanças na taxonomia, aquecimento global - em suma, qualquer fator local, regional e/ou global que podem afetar negativamente os táxons. 

É importante ressaltar que não há restrição taxonômica, permitindo a cobertura de todos os filos, grupos, famílias, ordens, espécies, subespécies, variedades, formas ou populações que estejam ameaçadas de extinção, seja sobre fauna, flora ou fungos.

As categorias de artigos publicados no Journal of Threatened Taxa incluem papers, comunicações, comentários, notas, opiniões e resenhas bibliográficas. 

No site do periódico (http://www.threatenedtaxa.org/) é possível se aprofundar na proposta e considerar a utilização do mesmo para comunicar e discutir a urgência de conservar táxons e processos ecossistêmicos, visando ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade no Brasil e a efetividade conjunta do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e de seus parceiros estaduais.

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15 de dezembro de 2008

Guia de Samambaias e Licófitas da REBIO Uatumã – Amazônia Central

Uma das maiores limitações para se desenvolver estudos básicos ou aplicados na Amazônia é ter material de referência para se identificar espécies em campo, com segurança e objetividade. Vista de fora, as florestas amazônicas podem parecer um mar verde, infinito e relativamente homogêneo em seus elementos constituintes. Mas quem se aprofunda no conhecimento sobre a biodiversidade da região descobre logo a insustentabilidade desse argumento. A Amazônia é extremamente heterogênea: a variação na composição de espécies, a diversidade beta, é imensa mesmo entre locais próximos. Compreender processos que influenciam essa taxa de mudança espacial é essencial para planejar a conservação biológica. Contudo, os pesquisadores interessados nesses temas se deparam inevitavelmente com a carência de guias de identificação.  

O Guia de Samambaias e Licófitas da REBIO Uatumã – Amazônia Central, de Gabriela Zuquim, Flávia Costa, Jefferson Prado e Hanna Tuomisto, é fruto dessa demanda. O guia representa um exemplo maravilhoso de colaboração entre ecólogos e taxonomistas, que essencialmente possuem visões complementares sobre a biodiversidade. Dentre os autores, Jefferson Prado (Instituto de Botânica, IBt-SP) é o mais experiente em taxonomia. Ele foi fundamental para sustentar o processo de identificação das espécies que ocorrem no Uatumã. Contudo, Gabriela Zuquim, Flávia Costa (ambas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Inpa) e Hanna Tuomisto (Universidade de Turku, UTU) são ecólogas na maior parte do tempo e possuem muita experiência em campo, fornecendo aos leitores informações únicas sobre como observar características das plantas, muitas das quais são diagnósticas. Muitas dessas características de campo, como cor, brilho e hábito, não são preservadas nos materiais depositados em herbário e, por isso, não são usadas nas descrições das espécies.

O guia trata de 120 espécies, ricamente ilustradas e acompanhadas de descrições e dicas para o reconhecimento em campo. Possui uma introdução sobre o grupo direcionada para o público em geral, mas seu conteúdo é completo, abrangendo aspectos sobre biologia, ecologia, evolução e conservação, o que permite que seja usado como referência em cursos básicos de botânica. Como os outros guias produzidos pelo Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) e pela Áttema Design Editorial, o guia foi escrito em Português e Inglês, em uma linguagem menos técnica o possível. O guia possui um glossário e uma chave ilustrada por Angela Midori, que facilita muito a compreensão de termos técnicos e das estruturas das plantas e a busca dos possíveis gêneros ao qual uma espécie pode pertencer.

O prefácio foi escrito por Alan Smith, botânico e especialista em samambaias (Universidade da Califórnia, Berkeley). Acima de tudo, espera-se que o guia possibilite a ampliação do estudo das samambaias na Amazônia e sirva de incentivo para a escolha deste grupo em trabalhos de iniciação científica, cursos de campo e trabalhos escolares. O guia poderá ser útil para um público amplo, formado por professores de escolas primárias e secundárias, guias turísticos, estudantes de biologia e pesquisadores.

Para baixar o Guia de Samambaias em PDF, clique aqui [19,5 MB].

Para dar uma olhada no Guia de Samambaias, folheie as páginas ou clique no link abaixo.


O livro estará disponível em versão impressa no começo de 2009, mas por ser derivada de uma doação do CNPq ao PPG7, ele não poderá ser comercializado. Os interessados em receber a versão impressa podem fazer pedidos para Gabriela Zuquim no e-mail: fernguide@gmail.com. Entretanto, como a tiragem será de apenas 1.000 exemplares, será dada prioridade de envio a instituições e profissionais que trabalham diretamente na área. Contudo, saber se há mais interesse no livro poderá ajudar a conseguir recursos para uma nova tiragem.

13 de dezembro de 2008

Atualização num mar de informação


Vivemos em uma sociedade de informação. Nossa geração transcendeu a comunicação sem precedentes na história da humanidade e atualmente em todo globo terrestre encontramos meios de difundir uma mensagem. A internet propicia facilidade em se garimpar qualquer tipo de informação. E haja informação. A rede não cessou de crescer desde sua origem. Permeados por esse crescimento, muitos setores da sociedade passaram a utilizar as facilidades promovidas pela internet – comerciantes, educadores, poetas, pessoas a procura de amigos e, claro, cientistas. Sim, o setor acadêmico, onde são realizadas pesquisas científicas e muita informação é gerada, não fugiu a regra e também se apoderou da rede. 

Nesse meio século de convívio com a internet, a produção científica aumentou explosivamente e os periódicos científicos ampliaram a tiragem, número de páginas e até mesmo a periodicidade, o que é traduzido em maior quantidade de informação divulgada. Novas revistas científicas foram e são criadas para suprir essa demanda e hoje a maior parte dos leitores usa o meio digital. Bibliotecas inteiras já cabem em poucos centímetros quadrados de um disco rígido e podem ser visitadas a partir de um ponto no outro extremo do mundo. Mas como se manter informado em meio a essa profusão de conhecimento? 

As “grandes” empresas de divulgação cientifica oferecem um serviço gratuito em que podemos escolher as revistas que desejamos nos manter inteirados (table of contents alerts). Assim, a cada nova edição daquele periódico, é possível receber o índice da revista e links para os artigos em sua caixa de email, sem precisar visitar cada periódico. Se estivermos em uma instituição pública ou se o artigo tiver acesso livre, podemos até mesmo baixar o arquivo para leitura na mesma hora. Achei bem legal essas opções, pois fujo um pouco de ler apenas os artigos com as palavras chave que decidi – posso saber o que mais acontece pelo mundo da pesquisa e até mesmo ter idéias adaptadas de outros estudos não tão relacionados com o meu. É uma forma de não ler apenas conteúdo tão especializado, de ver outras visões do mundo. Outra boa nova é que ficamos sabendo o escopo das revistas e assim podemos ter uma decisão mais consciente onde divulgar nossa pesquisa.

Seguem alguns links para fazer isso:

Estejam preparados para um mundo de informações. Se manter atualizado será cada vez mais difícil - não podemos cochilar.

12 de dezembro de 2008

Guia de Lagartos da Reserva Ducke (Amazônia Central)

Dando continuidade à produção de guias de identificação de espécies da Amazônia, o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) publicou em 2008 o Guia de Lagartos da Reserva Adolpho Ducke - Amazônia Central. Os autores, Laurie Vitt, William Magnusson, Teresa Cristina Ávila Pires e Albertina Lima, mantiveram a mesma linha do projeto gráfico do Guia de Sapos, feita pela Áttema Design Editorial. A preocupação em aliar conteúdo científico, imagens belíssimas e textos escritos em linguagem simples, em dois idiomas (Português e Inglês), torna o guia acessível para um público amplo, formado por alunos, turistas e cientistas. O guia traz um panorama aprofundado sobre a biologia, ecologia e história evolutiva das espécies de lagartos que ocorrem na Reserva Ducke e nos arredores de Manaus. Dentre essas espécies, estão cobras-de-duas-cabeças, lagartixas, osgas, iguanas, mabuias e jacurarus. Estes animais são muito diversos em forma, cor e comportamento, e constituem um importante elemento da cadeia trófica em florestas tropicais. O guia tem ainda duas chaves de identificação, uma morfológica e outra de campo, facilitando a identificação das espécies. Seu prefácio foi escrito por Eric Pianka (Universidade Denton A. Cooley Centennial, EUA), renomado herpetólogo norte-americano.

O Guia de Lagartos foi publicado tanto em formato impresso quanto em formato PDF. A versão PDF tem todo conteúdo amarrado com links, o que deixa a navegação bem dinâmica. No primeiro semestre de 2009, a versão impressa será distribuída gratuitamente para muitas escolas do município de Manaus e do interior da Amazônia, e também para universidades, institutos e fundações. Se você tiver interesse em incorporar uma cópia impressa do guia a alguma instituição pública, como uma biblioteca, entre em contato através do email: ppbio@inpa.gov.br.

Para baixar o Guia de Lagartos em PDF, clique aqui [5,88 MB]. 

Para dar uma olhada no Guia de Lagartos, folheie as páginas ou clique no link abaixo.


Para conhecer mais, visite o Portal PPBio: http://ppbio.inpa.gov.br/Port/guias/

Adquira o Livro Vermelho da fauna brasileira. É de graça!!

O Ministério do Meio Ambiente disponibilizou o Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em versão PDF para download. São dois volumes contendo contextualizações gerais para cada grupo taxonômico, distribuição geográfica de cada espécie com mapas, além de registros em unidades de conservação, principais ameaças, estratégias de conservação, referências bibliográficas, e até a indicação de especialistas e suas respectivas instituições. Vale a pena conferir!! O único problema é que cada capítulo tem que ser baixado independentemente. Para baixar, acesse o link, clique em "Fauna Ameaçada", depois em "Publicação - Livro Vermelho" no canto esquerdo da tela. Aproveitem!!
Abraço a todos, e aproveitando,
FELIZ NATAL!!!! 

4 de dezembro de 2008

Guia de Sapos da Reserva Ducke (Amazônia Central): nova versão com vídeos dos cantos

Para reverter a grande carência de materiais didáticos sobre a biodiversidade na Amazônia, o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) tem incentivado a produção de guias de identificação de espécies, visando formar  uma série de guias para diversos grupos biológicos em um futuro próximo. Estão previstos guias sobre samambaias, ervas terrestres, peixes, formigas, fungos macroscópicos e escorpiões, dentre outros. Esses guias, produzidos em excelente qualidade gráfica pela Áttema Design Editorial, são escritos em uma linguagem simples, permitindo atingir um público amplo, formado tanto por cientistas e alunos do ensino médio e superior, quanto por turistas e outros admiradores da natureza. Além disso, por serem escritos em formato bilíngue (Português e Inglês), esses guias interessam muito ao público internacional. O guia de sapos foi o primeiro da série.

O Guia de Sapos da Reserva Adolpho Ducke - Amazônia Central, de Albertina Lima, William Magnusson, Marcelo Menin, Luciana Erdtmann, Domingos Rodrigues, Cláudia Keller e Walter Hödl, foi lançado em 2006. O conteúdo do guia já era suficientemente completo para permitir que qualquer interessado realizasse identificações seguras e se aprofundasse na biologia, história evolutiva e ecologia desses extraordinários sapinhos amazônicos. Mas não se contentem com tão pouco! Recentemente, os autores lançaram uma nova versão eletrônica com uma incrível ferramenta: o guia vem acompanhado de pequenos vídeos com o canto da maioria das espécies. Os créditos dos vídeos pertencem a Karl Mokross, a menos que esteja indicado outro autor.

Para baixar o Guia de Sapos em PDF com os vídeos dos cantos, clique aqui. Todo conteúdo foi condensado em um arquivo ZIP ('guia-sapos-mpeg.zip'). Ao baixar esse arquivo ZIP [89 MB], deixe a pasta contendo os vídeos na mesma pasta do arquivo PDF. Os vídeos poderão ser acessados de dentro do arquivo PDF através do ícone de vídeo na descrição de cada espécie.

Para dar uma olhada no Guia de Sapos, folheie as páginas ou clique no link abaixo.


Quem trabalha com anfíbios, poderá fazer amplo uso desse conteúdo para aprender a identificar as espécies pelo canto, um processo muito útil em estudos ecológicos, levantamentos de fauna e estudos de impacto ambiental (EIA). Dentre centenas de espécies que ocorrem na região, Atelopus spumarius (Bufonidae) pode ser encontrado com facilidade tanto visual quanto auditivamente nas margens dos igarapés que formam as microbacias do Tinga, Uberê e Ipiranga na Reserva Ducke. Contudo, espécies difíceis de ser observadas podem ser registradas pelo canto, como Synapturanus mirandariberoi (Microhylidae) que canta com frequência antes de chuvas fortes. Essa versão do guia incorporou ainda uma atualização nomenclatural das espécies.

Para conhecer mais guias, visite o Portal PPBio: http://ppbio.inpa.gov.br/Port/guias/

3 de dezembro de 2008

Quiero ser tortilla: animação sobre biocombustíveis no México

[Fonte: Leonardo Sakamoto, Blog do Sakamoto, 28/11/08]

Sabia que 75 de cada 100 pessoas que passam fome são produtoras de alimentos, como pequenos agricultores, camponeses, sem-terra e pescadores?

A afirmação está no vídeo “
Quiero ser Tortilla” (em espanhol), que está circulando na internet, sobre a competição entre agrocombustíveis e alimentação. Vale a pena assistir.

Os mexicanos sofreram com o aumento no preço do milho, base de sua alimentação, que está na mira das usinas produtoras de etanol nos Estados Unidos. Enquanto isso, discute-se por aqui como a produção de biodiesel e de etanol de cana pode causar o mesmo problema, considerando a disputa por terra para produção de gêneros alimentícios.

O vídeo é uma realização dos
Veterinários sem Fronteiras, uma organização não-governamental que atua para melhorar a qualidade de vida das populações desfavorecidas. Possui projetos com o objetivo de desenvolver a produtividade animal em comunidades rurais.

2 de dezembro de 2008

Mudanças Climáticas: novo Portal entra no ar

Site multimídia reúne e organiza informação sobre o tema e facilita trabalho de jornalistas e pesquisadores em geral.

Nesta segunda-feira 1, quando tem início em Poznan, na Polônia, a 14ª Conferência das Partes (COP-14) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), entra no ar o Portal Mudanças Climáticas, verdadeira enciclopédia ecológica destinada exclusivamente ao tema das mudanças climáticas. A iniciativa é da Embaixada do Reino Unido no Brasil, do Conselho Britânico e da Agência de Notícia dos Direitos da Infância - ANDI.

Sempre atualizado e com material em Português, o portal vem enriquecer e facilitar a cobertura do tema pela imprensa, assim como a realização de pesquisas e trabalhos tanto acadêmicos quanto de outros níveis de ensino. Trata o assunto 'mudanças climáticas' de forma clara, acessível e abrangente. Oferece informações e reflexões contextualizadas, de maneira que o fenômeno apresente-se como de fato é: uma questão transversal, ou seja, que afeta todos os setores da sociedade. Para isso, conta com recursos extras, como vídeos, gravações de depoimentos, fotografias, entrevistas e artigos livres de copyright, desde que citadas as fontes. Especialmente aos jornalistas, devem interessar o glossário de termos da área e, sobretudo, o banco de pautas.

Alguns exemplos do vasto cardápio do portal:
  • Conceitos e definições
  • A agenda do clima
  • Busca de alternativas
  • Ciência do clima
  • Causas, impactos, soluções
  • Críticas e contrapontos
  • Políticas públicas
  • Clima e imprensa
De fácil navegação, o site permite tanto consultas rápidas quanto pesquisas mais profundas. A vasta relação de links para outros sites de temática semelhante facilita o trabalho de quem, depois de consultar o portal, desejar ainda mais informação ou dados específicos.

"Esse trabalho é o coroamento de uma iniciativa que o governo britânico e a ANDI vêm desenvolvendo já há algum tempo, que consiste em estimular a imprensa a cobrir mais e melhor o tema das mudanças climáticas. Antes do portal, lançamos uma análise de mídia que apontava o estado da arte da cobertura jornalística nessa área, e o site vem reforçar a necessidade, identificada na pesquisa, de uma melhor contextualização do tema, uma visão de conjunto que permita à sociedade construir respostas efetivas a esse fenômeno planetário", observa o diretor executivo da ANDI, Veet Vivarta.

30 de novembro de 2008

The Field Museum: Guia de identificação das Pteridophyta do Uatumã

O Field Museum de Chicago possui uma série de guias de identificação sobre plantas e animais de vários grupos taxonômicos, principalmente para regiões tropicais.

A equipe do museu estimula a publicação desses guias fotográficos visando facilitar a identificação de espécies e a difusão de conhecimento para o público, uma grande carência na região amazônica. Esses guias são gratuitos e são feitos para serem usados no campo, basta salvar o arquivo, imprimi-lo e plastificá-lo.

Vários pesquisadores já publicaram guias para espécies que ocorrem no Brasil nesse formato do Field Museum. Um exemplo recente é o Guia de Pteridophyta do Uatumã, de Gabriela Zuquim (Inpa) e Jefferson Prado (IBt-SP). Este guia possui fotos coloridas sobre uma centena de espécies de samambaias e licófitas que ocorrem na Reserva Biológica do Uatumã (AM). Confira abaixo!


Para fazer o download desse guia em PDF, visite o
Portal PPBio.

Se você tiver interesse em produzir um novo guia, entre em contato com a equipe do Field Museum (RRC@fieldmuseum.org).

9 de novembro de 2008

Um pouco de consumo... a história das coisas, um documentário de Annie Leonard


The Story of Stuff [Annie Leonard, 20', 2007].

Esta talvez seja umas das abordagens mais geniais sobre como precisamos adequar o funcionamento da nossa sociedade a um pensamento sistêmico, focando em mudanças estruturais na forma de leis, impostos e benefícios para otimizar a economia de materiais, leia-se consumo, nas grandes cidades do mundo todo. A história das coisas é um documentário californiano, muito profundo e abrangente, sobre o tema consumo. O ar infantil pode cansar alguns impacientes. Contudo, esse talvez não seja apenas um mero detalhe: nas crianças mora a esperança do futuro. Eu recomendo muito assistir e divulgar esse video.

O documentário foi escrito por Annie Leonard e produzido pela Free Range Studios.

Assista ao documentário a
Histórias das Coisas em Português.

Essa versão foi produzida nos Estúdios Gavi New Track - SP, com direção e edição de Fábio Gavi e locução de Nina Garcia. A adaptação ao texto foi feita por Denise Zepter.

Assista a versão original em inglês do documentário
The Story of Stuff.

Para baixar o video (50 MB) em inglês,
clique aqui.

4 de novembro de 2008

Unidades de Conservação na Amazônia Brasileira

O Instituto Sócioambiental (ISA) disponibiliza um sistema na rede sobre a Caracterização Sócioambiental das Unidades de Conservação. O sistema integra diversas informações sobre as UC's na Amazônia, sendo possível fazer consultas gerais das UC's por Estado, categoria (ESEC, PARNA, REBIO, etc.) ou bacia hidrográfica.

Para cada UC, estão disponíveis dados gerais sobre sua extensão (em hectares), os municípios que abrange, a caracterização geral da área, os aspectos da gestão (orgão responsável, ano de criação, etc.), atos normativos, pressões, ameaças e possível sobreposição com outras UC's ou Terras Indígenas. 

Além disso, o sistema agrega notícias publicadas sobre cada UC de várias fontes diferentes.

Para conhecer, visite :: http://www.socioambiental.org/uc/

23 de outubro de 2008

Zotero: novo paradigma para achar, guardar e citar referências bibliográficas

Companheiros e companheiras, esse post promete revolucionar nossas vidas! Esse mundão digital sem porteira nunca mais será o mesmo. Inevitavelmente, mergulhamos, destrinchamos e (sempre!) nos perdemos em meio a uma profusão de artigos, livros, sites, teses e dissertações. Ainda mais com a facilidade de obter um pdf. Mas não percamos a alegria e nem tempo em vão! Apresento-lhes o ZOTERO.


Estou deslumbrado com a versatilidade desse programinha, que é uma extensão gratuita do navegador Mozilla Firefox. O danado agrega várias funções planejadas para agilizar a rotina bibliográfica, como buscar um artigo, cadastrá-lo em um banco de dados pessoal, obter uma cópia e vincular com arquivos, anotar e citar, organizando tudo com grande dinâmica. Um grande atalho do ZOTERO é ser capaz de obter informações completas sobre citações diretamente da web de centenas de fontes diferentes, como google scholar, Scielo e web of science. Ele ainda é capaz de inserir citações bibliográficas em programas de edição de texto (Word, OpenOffice e WordPress). 

Para conhecer visite :: http://www.zotero.org/

Obrigado Endnote, talvez seja seu fim, mas seu legado prevalece!

15 de outubro de 2008

ISA fornece mapa sobre a Amazônia

Pessoal, o ISA (Instituto Socioambiental) está disponibilizando um mapa para download com as unidades de conservação existentes na Amazônia brasileira.

 Essa versão é de 2007 e está em inglês.