
Uploaded on authorSTREAM by saci007
Olá! A idéia deste blog é facilitar a interação de pesquisadores e alunos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) com outros interessados em ecologia. Ele é um espaço para discutir e divulgar o que foi, será ou está sendo feito na Amazônia. Participem!

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A ULE promove encontros periódicos no final da tarde na sala de aula da Ecologia, que fica no Inpa do V8 (Av. Efigênio Sales, 2239, Manaus). Em cada encontro, a proposta é usar uns 20 minutos para apresentar as idéias (em data show), continuando com um diálogo livre sobre os temas levantados.
Para ver os posts com as apresentações realizadas ou agendadas, clique aqui.
O conteúdo do blog é de livre acesso a todos interessados. Embora apenas os colaboradores possam incluir novas postagens, todos podem incluir comentários nas postagens. Os colaboradores são pesquisadores que têm ou tiveram vínculo com o Inpa.
A lista de colaboradores segue abaixo, mas está bastante incompleta ainda. Quem tiver interesse em participar, mande um email para o editor do blog da ULE.

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:: Entrevista com Dilma Rousseff sobre as hidrelétricas na Amazônia Leia...
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:: Guia de Sapos da Reserva Ducke - Amazônia Central (versão eletrônica preliminar da nova edição)
:: Guia de Samambaias e Licófitas da REBIO Uatumã – Amazônia Central
:: Guia de Marantáceas da Reserva Ducke e da REBIO Uatumã – Amazônia Central
:: Reserva Ducke: a biodiversidade amazônica através de uma grade, organizado por Márcio Oliveira, Fabrício Baccaro, Ricardo Braga-Neto e William Magnusson.
2 comentário(s):
Legal essa notícia. Só não entendi a linha de raciocínio do casal. A questão não é que teremos menos pressão nas áreas naturais, porque mais pessoas se concentrarão nas cidades. O problema é que teremos MAIS gente. Simples assim. A concentração de pessoas, tecnologia e consumo estão todas correlacionadas e fiquei intrigado com a linha de raciocínio simplista deles (preciso ler esse artigo). Se tivesse que chutar em algum desses fatores como o causador do efeito, apostaria no consumo.
Não é de hoje que ouvimos em todos os lugares que consumimos mais do que precisamos e desperdiçamos muito. Mas o consumo não é um monstro do mal incontrolável. Daria para botar a casa em ordem simplesmente repassando os custos ambientais REAIS de produção. E olha que essa idéia não é nova. Mas é muito difícil mudar a filosofia do mercado. Hoje em dia temos a "consciência verde" estampada em todo o lugar (até lixão a céu aberto é verde), mas a empresa que se dá bem é sempre aquela que tem o menor preço.
Fazao, você num perdeu tempo... assim não dá pra deixar o âmago da questão escapar! Concordo contigo 200%. Os dados que Wright e Muller Landau usaram são da ONU, e indicam que pela primeira vez na história, vamos ter mais gente morando em cidades que no campo, em valores absolutos. A tendência da população humana é que, cada vez mais, a proporção de pessoas nas cidades vai ser maior que no campo. Porém, em valores absolutos, ambas populações vão continuar a crescer - a diferença que é a velocidade de crescimento tem sido maior em áreas urbanas há alguns anos. Olha o caso de Manaus. A cidade teve outro boom recente de crescimento - porém com baixo desenvolvimento, cujas condições precárias de saneamento, saúde pública e transporte causam um enorme onus na administração pública municipal e estadual. De tão gorda a porca já não anda. Já somos quase 2 milhões de pessoas aqui.. se a copa de 2014 (Manaus tem chances sediar jogos) vingar e decidirem reformar o Vivaldão (hehe..), vai precisar de planejamento para aproveitar os recursos para desenvolver a cidade... senão, vamos testemunhar a divisão das sobras pela matilha em alerta.
Teremos mesmo mais gente em todas regiões do planeta (... exceções existem) e pensar bem onde atuamos na sociedade para tentar melhorá-la é muito importante. Você enfatizou atuar no elo do consumo e ninguém vai poder te questionar: sempre vão haver mais pessoas, e elas vão dividir a conta. Lembro de um livro do Paul Hawken (The Ecology of Commerce) que dava ênfase a um assunto: para mudar a regra do jogo, é preciso embutir no preço de todas as coisas o custo socioambiental de toda cadeia produtiva. Imagina se, quando as pessoas comprassem um litro de suco de soja com cheirinhos coloridos, uma parte dessa grana fosse remetida de volta para investimentos socioambientais in situ? Isso tem até nome, são as 'Pigovian taxes' ou green taxes, em homenagem a Arthur Cecil Pigou, um economista inglês.
Em relação ao consumo ainda, penso que se os governantes atuassem para aumentar a EFICIÊNCIA energética de algumas atividades cotidianas das cidades poderia revolucionar as contas públicas. Na California, projetos arquitetônicos revolucionários de um ponto de vista energético, decidiram aumentar a espessura e isolamento térmico de prédios inteiros. Isso teve um custo moderado mas esses edifícios são capazes de economizar mais de 90% do consumo de luz elétrica de todo o edifício. O Síndico agradece!
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